O hipertexto, conquista e desnudamento dos instáveis labirintos do texto, chama certo tipo de leitura/interpretação por se expor sedutoramente como auto-organização, afastando a ilusão científica das Lingüísticas e Ciências Humanas, indo além dos constrangimentos da voz num convite aos desvios infindáveis, às dessimetrias, às simetrias assimétricas, às instabilidades, às dissipações da leitura/leitor: emaranhado entre as vidas da experiência, as vidas da cultura e as vidas ficcionais (sem a Fé, sem a confiança num Deus (eixo de Dostoievski), numa Escrita, num Livro, numa História, e num Homem, todas as forças são centrí-fugas, se mantendo o “conjunto”, o “sistema”, a “estrutura” da mesma maneira que o hipertexto, fluindo (aceitando flu-ir), se perdendo, se reorganizando a cada momento, sem Saber ou Natureza que o justifique, que o explique, que o retenha, que o retese). LEIA AQUI