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Leitor & Leitura
Se diría que conocemos una gran cantidad de pormenores sobre los fundamentos institucionales de la lectura. Disponemos de algunas respuestas para las preguntas "quién", "qué", "dónde" y "cuándo". Pero aún nos eluden las respuestas a los "porqués" y los "cómos". No hemos trazado una estrategia para comprender mejor los procesos internos por medio de los cuales los lectores atribuían significados a las palabras. Ni siquiera entendemos bien a bien nuestros propios modos de leer, muy a pesar de los empeños de psicólogos y de neurólogos para investigar los movimientos del ojo humano y para trazar un mapa de los hemisferios del cerebro. ¿Difiere el proceso cognoscitivo de los chinos, que leen una escritura ideográfica, del de los hombres occidentales, que descifran líneas? ¿Es idéntico en los israelíes, que leen palabras sin vocales de derecha a izquierda, que en los ciegos, que transmiten estímulos mediante las yemas de los dedos? ¿Es similar en los naturales del Sudeste Asiático, cuyas lenguas carecen de tiempos del verbo y ordenan la realidad en una dimensión espacial, que en los indios del continente americano, cuyas lenguas han sido convertidas a una forma de escritura sólo muy recientemente y por académicos ajenos a esas comunidades? ¿Es lo mismo para el hombre religioso, que se siente en presencia de la Palabra, que para el especialista en diseñar etiquetas de consumo para un supermercado? (Robert Darnton)
 28-Apr-2008    28-Apr-2008 18:27 BRT   admin  0 615
Cultura
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 15:37 BRT   admin  0 2107
Hipertexto
A idéia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vannevar Bush em 1945, em um célebre artigo intitulado "As We May Think". Bush era um matemático e físico renomado que havia concebido, nos anos trinta, uma calculadora analógica ultra-rápida, e que tinha desempenhado um papel importante para o financiamento do Eniac, a primeira calculadora eletrônica digital. Na época em que o artigo foi publicado pela primeira vez, nosso autor encontrava- se na chefia do organismo encarregado de coordenar o esforço de guerra dos cientistas americanos, sob as ordens do Presidente Roosevelt. (Pierre Lévy)
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 15:30 BRT   admin  0 2159 2.00
Semiologia & Semiótica
"Ciência geral dos signos, segundo Ferdinand de Saussure (v. saussuriano), que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas de signos, i. e., sistemas de significação. Em oposição à lingüística, que se restringe ao estudo dos signos lingüísticos, ou seja, da linguagem, a semiologia tem por objeto qualquer sistema de signos (imagens, gestos, vestuários, ritos, etc.); semiótica (q. v.)". (Aurélio)
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 15:08 BRT   admin  0 656
Internet
Compõe-se um enorme tear tecnológico, sobre o qual se tece uma malha global sobre a qual se bordam: as redes internas das organizações, estendidas sobre seus negócios e clientes, às escalas local e global, e estendidas também sobre os domicílios de seus empregados (por iniciativa empresarial ou individual); as redes institucionais constituídas pela estrutura governamental em seus diversos níveis; e, as redes comerciais e não comercias de serviços de comunicação e de informação.
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 14:21 BRT   admin  2 1683 4.00
Informação
A moderna noção de informação, especialmente na expressão “tecnologia da informação”, refere-se àquilo que se constitui na e pela tecnologia como uma representação digital de entes, atos ou fatos humanos, sob a configuração final de algoritmos operando sobre dados simbólicos. Esta configuração é assim capaz de “in-formar” uma representação do real em pessoas ou em outras tecnologias similares.
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 09:09 BRT   admin  1 913 2.00
Informática
Dada a presença crescente da informática em todas as atividades humanas, quando se menciona o termo “informática”, este pode designar muitas coisas. Entre estas, destaca-se a noção de informática enquanto técnica, no caso, “técnica da informação”, ou “tecnologia da informação”, diante do uso abusivo do termo “tecnologia” e sua incorreta assimilação ao termo “técnica”. De qualquer modo, trata-se de uma técnica ou tecnologia cuja natureza se assemelha mais e mais a um “dis-positivo geral de representação”, ou melhor, a um “engenho universal de representação”, em perfeita consonância com a metafísica da Modernidade; definida esta metafísica através de uma acepção do ente e de uma explicação da verdade, peculiar dos Tempos Modernos.
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 14:47 BRT   admin  3 1636 6.00
Escrita
O processo pelo qual o homem aprendeu a encorporar sua linguagem em escrita é um dos grandes milagres na história da civilização humana, e jaz no coração de seu sucesso como uma espécie. É o método através do qual a memória coletiva pode ser mantida e a informação armazenada; é a mídia para o relato de histórias; e provê os meios essenciais pelos quais homens poderiam construir impérios e geri-los. (Donald Jackson, The Story of Writing)
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 08:46 BRT   admin  1 1744 2.00
Texto
Para Kristeva (1974: 63) existem três dimensões para o espaço textual: o sujeito da escritura, o destinatário e os textos exteriores; já o estatuto da palavra possuiria dois eixos: horizontal e vertical. A autora destaca que em relação ao estatuto horizontal: “a palavra no texto pertence simultaneamente ao sujeito da escritura e ao destinatário, e verticalmente: a palavra no texto está orientada para o corpus literário anterior ou sincrônico.”

Ao cruzar eixo horizontal e eixo vertical revela-se uma outra palavra, um outro texto, temos assim a formação de uma metáfora de texto como tecedura, como trama, que é o que a palavra textus em latim quer dizer: o que é entrelaçado, o que é tecido. Para Bakthine (citado por Kristeva, 1974), esses dois eixos são denominados diálogo e ambivalência . Desta forma, para Kristeva, Bakthine introduz a noção de que todo o texto é formado como um mosaico de citações, todo o texto seria a absorção e transformação de um outro precedente. Temos assim a noção do que é a intertextualidade, textos provindo de outros textos, textos dentro de textos.
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 08:20 BRT   admin  1 1565 2.00
Hermenêutica
"A hermenêutica no Ser e Tempo não quer dizer a arte da interpretação, nem a própria interpretação, mas antes a tentativa de determinar a essência da interpretação antes de tudo pela hermenêutica como compreendendo-se originalmente, interpreta-se a si mesma no mundo e na história. Hermenêutica torna-se assim interpretação da primitiva compreensão do homem em si e do ser". (Questões Fundamentais da Hermenêutica, pag 23)
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 07:16 BRT   admin  0 1135
Discurso
"O discurso é uma articulação do compreender".... "O fundamento existentivo-ontológico é a fala(discurso)...". (Ser e Tempo, § 34).
 26-Apr-2008    26-Apr-2008 05:47 BRT   admin  2 843 4.00
Comunicação
Os problemas filosóficos aos quais conduz a idéia de uma ciência positiva da comunicação parecem ser a princípio àqueles de uma teoria do conhecimento. Com efeito, de qualquer maneira que visualizemos uma experiência psíquica ou as leis de tipo lógico-matemático da comunicação, elas implicam em uma pressuposição epistemológica: a possibilidade para um sujeito de não ser limitado ao "conteúdo" da consciência interna, de poder se pronunciar sobre um acordo entre as consciências. Como esta saída de si, este acordo, são possíveis? Há talvez uma interrogação existencial concernente à possibilidade e à profundidade de toda comunicação humana; mas antes de nos pôr esta questão: "uma verdadeira comunicação é possível?", partindo de uma experiência corrente da comunicação depositada na linguagem, exigida pelas disciplinas como a sociologia ou a história, devemos nos questionar como esta comunicação trivial, que parece se dar por si mesma, é possível. (René Scherer)
 25-Apr-2008    25-Apr-2008 22:34 BRT   admin  1 2443 2.00
Ciência
Da mesma maneira que a arte, a ciência não se reduz a uma atividade cultural do homem. A ciência é uma modalidade, a bem dizer decisiva, pela qual tudo aquilo que é se expões diante de nós (Ensaios e Conferências, pg 49, versão francesa).

A ciência é a teoria do real (Ensaios e Conferências, pag 51 da versão francesa)
 25-Apr-2008    25-Apr-2008 21:37 BRT   admin  0 465
Arte
Encarada em sua essência a arte é uma sagração e um refúgio, a saber, a sagração e o refúgio em que, cada vez de maneira nova, o real presenteia o homem com o esplendor, até então, encoberto de seu brilho a fim de que, nesta claridade, possa ver, com mais pureza, e escutar, com mais transparência, o apelo de sua essência. (Heidegger, Ensaios e Conferências, pag. 39)
 25-Apr-2008    25-Apr-2008 21:38 BRT   admin  1 1383 2.00
Linguagem
La pregunta: «¿Qué es el lenguaje?» podría y debería ser sustituida por otra; «¿Cómo ha podido ser pensado el lenguaje?» Si planteamos así el problema, nos negaremos a buscar una supuesta «esencia» del lenguaje y presentaremos la praxis lingüística mediante el proceso que la acompañó: la reflexión que ha suscitado, la representación que se ha ido haciendo de aquélla. (Julia Kristeva)
 25-Apr-2008    26-Apr-2008 14:59 BRT   admin  3 1564 4.00
Carrefour
Carrefour de pensamentos
 17-Oct-2005    26-Apr-2008 15:47 BRT   admin  5 3429 12.00

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Notícias

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