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INTERNET


A Internet já foi objeto de inúmeros discursos apologéticos, descritivos, explicativos e críticos. Sua definição em termos genealógicos e tecnológicos está mais do que elaborada em prosa e em verso. A questão que nos interessa é estabelecer uma perspectiva pouco explorada, qual seja a que se assenta sobre as noções de “rede” e de “meio”, ambas noções devidamente qualificadas como informacional e comunicacional, e mais importante que tudo pelo qualificador “universal”. Assim, esta breve apresentação da Internet a aborda inicialmente enquanto rede, de informação e de comunicação, passando em seguida para sua abordagem enquanto meio, também de informação e de comunicação.

Quanto ao qualificador “universal”, considero indispensável para a justa compreensão da popularidade e domínio crescente da Internet, especialmente no tocante a seus dois eixos de atuação fundamentais, informação e comunicação. Desde o Império Romano, vem predominando no Ocidente uma força de universalização. A chamada Pax Romana, marcou e garantiu a constituição de um imenso território sob o domínio de um único império. O cristianismo se assentou sobre este império, evocando para si a qualidade de “católico” (do gr. katolikos = universal). A atual mundialização ou como se prefere chamar, globalização, outorga o mesmo direito à universalidade. A Internet responde a esta ideia mestre capaz de “ocidentalizar” o mundo inteiro, como rede e meio universal, de informação e de comunicação.

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